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Conta de luz ficará mais cara em cinco Estados em maio

26 abr

Conta de luz ficará mais cara em cinco Estados em maio

No interior de SP, consumidores terão que desembolsar R$ 35,2 milhões para pagar imposto
Cinco Estados brasileiros terão uma conta de luz mais alta a partir do mês de maio. O governo decidiu estender por mais 25 anos o pagamento de uma espécie de imposto – chamado RGR (Reserva Global de Reversão) – que encarece o cálculo.
A tarifa é cobrada dos consumidores de energia elétrica há mais de 50 anos e garante dinheiro para a União indenizar empresas no caso de devolução da concessão pública. A extinção desse imposto estava prevista para o final de 2010, mas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu incluir em uma medida provisória a sua prorrogação até 2035. Apesar de ainda não ter sido votada no Congresso, a despesa já está sendo considerada nos reajustes.
No interior de São Paulo, os clientes da empresa de energia CPFL Paulista terão que desembolsar R$ 35,2 milhões só com o pagamento do imposto, um aumento de quase 73% em relação o que foi pago no ano passado.
Além da CPFL, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) autorizou, nas últimas semanas, o reajuste das tarifas de outras distribuidoras de energia. Em todos os cinco casos analisados, a prorrogação da RGR impactou o porcentual de reajuste aprovado. 
A tarifa cobrada pela CPFL – que atende 234 municípios do interior paulista – sofreu reajuste médio de 7,38%. Desse valor, que a manutenção da RGR respondeu por 0,6%, segundo o diretor da Aneel, Julião Coelho.
O mesmo efeito foi reproduzido nas tarifas das empresas de energia Cemig (Minas Gerais), da Cemat (Mato Grosso), da Enersul (Mato Grosso do Sul) e da Ampla (Rio de Janeiro).
No caso dos clientes da distribuidora mineira, a despesa com o pagamento da RGR mais que dobrou, passando de R$ 40,3 milhões para R$ 82,5 milhões. Para o diretor da Aneel, Romeu Rufino.
Até agora, a mato-grossense Cemat é a que detém o maior aumento entre as empresas autorizadas pela Aneel. O valor estimado é 152% maior que o do último ano. A tarifa da empresa – que atende consumidores em 141 municípios de Mato Grosso – sofreu reajuste médio de 18,06%. Dessa elevação, a RGR respondeu por quase 10%.
O menor impacto será sentido pelos clientes da Ampla, que opera no interior do Rio de Janeiro, onde a previsão de aumento é de apenas 1,56%.
Fonte: R7

ByConquiste Contabilidade

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